Existiam três mulheres: uma chamada Mágoa; outra chamada Raiva; outra chamada Tristeza, muito distintas, tão distintas que há alguém que um dia se perguntou como Deus ou o Destino foram capazes de reuni-las. A Mágoa era de Escorpião, signo marcado pela luxúria, mas também pela incapacidade de perdoar, de deixar para trás, esquecer. A Mágoa foi cultivada com o tempo e, algumas vezes, manifesta(va)-se em momentos delicados, como se fosse um tecido muito fino que, algumas vezes, devido ao tempo de uso, rompia-se.
A Raiva era de Virgem, o que significa muitas coisas. Por exemplo, a Raiva não é afeita a receber críticas, a ser questionada, ela simplesmente é. E é forte, o auge da tempestada. Mas ela é dotada da incrível capacidade de alívio, ela é a própria válvula de escape. Ela alivia-se de maneira externa, com objetos e gestos, gritos. Ela é diferente das outras, passa. Depois da tempestade há calmaria.
A Tristeza é de Gêmeos, a dualidade dentro de um corpo. Entre a Tristeza e a Mágoa, apesar de não ser claro para a maioria das pessoas, existe uma linha tênue. Ambas exigem dor e tempo, ambas minam o hospedeiro pouco a pouco, algumas vezes te faz querer parar a vida por um longo tempo. A Tristeza surge do amor, talvez da ingenuidade que vem junto a ele. O sentimento mais próximo do amor não é a paixão, como muitos pensam, é o ódio. Essa proximidade de sentimentos que quase se confundem, também quase confundem entre Tristeza e a Mágoa. A Tristeza algumas vezes é indescritível, algumas vezes busca o que há de mais puro em você, bruto. Também o que há de bonito, afinal, ela é interna. Ela é como se fosse um cristal tão fino que, se você o tocasse, quebraria. É como o ar, você não pude ver ou tocar, só sentir. Você não tem certeza quando acaba, mas não há riso ou lágrima que sejam eternos.
A Raiva era de Virgem, o que significa muitas coisas. Por exemplo, a Raiva não é afeita a receber críticas, a ser questionada, ela simplesmente é. E é forte, o auge da tempestada. Mas ela é dotada da incrível capacidade de alívio, ela é a própria válvula de escape. Ela alivia-se de maneira externa, com objetos e gestos, gritos. Ela é diferente das outras, passa. Depois da tempestade há calmaria.
A Tristeza é de Gêmeos, a dualidade dentro de um corpo. Entre a Tristeza e a Mágoa, apesar de não ser claro para a maioria das pessoas, existe uma linha tênue. Ambas exigem dor e tempo, ambas minam o hospedeiro pouco a pouco, algumas vezes te faz querer parar a vida por um longo tempo. A Tristeza surge do amor, talvez da ingenuidade que vem junto a ele. O sentimento mais próximo do amor não é a paixão, como muitos pensam, é o ódio. Essa proximidade de sentimentos que quase se confundem, também quase confundem entre Tristeza e a Mágoa. A Tristeza algumas vezes é indescritível, algumas vezes busca o que há de mais puro em você, bruto. Também o que há de bonito, afinal, ela é interna. Ela é como se fosse um cristal tão fino que, se você o tocasse, quebraria. É como o ar, você não pude ver ou tocar, só sentir. Você não tem certeza quando acaba, mas não há riso ou lágrima que sejam eternos.
2 comentários:
Você sabe que nunca fui presente em você, mas minha ausência is back for you. Adoro os textos, as always. Kiss (Ringo)
Hah, tu sabe que eu te gosto, Jurubeba.
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