quinta-feira, 23 de julho de 2009

take me out tonight, because i want to see people and i want to see life. driving in your car, oh, please don't drop me home, because it's not my home, it's their home, and i'm welcome no more.
take me out tonight, oh, take me anywhere, i don't care, i don't care, i don't care. and in the darkened underpass, i thought: god, my chance has come at last. (but then a strange fear gripped me and ijust couldn't ask)

— Você quer ir ver um filme comigo?
— Qual é o filme? É tipo um alt porn ou alguma coisa tétrica?
— Navalha na Carne. É a sessão única.
— Eu quero ver um filme com você.

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Sobre celos e cigarrillos

Hoje eu comprei um tênis novo e sinto machucar os corações apaixonados por mim. Agora eu tenho um tênis que tem sola e isso é muito bom. Quando chover, eu posso olhar pro céu agora. E não pro chão. E não molhar as minhas meias. Segredo: a única que não é furada é rosa-choque.

Eu acabei de acordar. Eu acabei de dormir, na realidade. Eu deitei na minha cama, olhei pro teto e dormi. Muito tempo que eu não fazia isso.

A história de por que não viramos porra de monstros e nos tornamos aquilo que chamamos de “pessoas”. Eu tava aqui, pensando. Mãozinha no queixo e tudo. A hora do relógio está errada, acho que uns vinte minutos adiantada.

A coisa mais legal que aconteceu na semana passada foi conhecer uma menina que tinha o sorriso da Natalie Portman. E, dia desses, a atriz ruiva que me olhou nos olhos enquanto falava dos olhos de Teresa do poema do Manuel Bandeira. Ela me olhou bem no fundo. E todo mundo reparou. Eu devo ter comentando. Olhou a alma. Na realidade ela deve ter encontrado um oco, por isso parou de olhar.

Que porra, quero ficar aqui escrevendo pra sempre.

Eu devia parar de ser assim. Tô estranha tem um tempo. Estranha para o meu habitual, então pensa. Deve ser o caos.

— Eu queria tomar café agora, mas elas vão achar que eu sou viciada.
— Você é viciada.
— Você acha isso?
— Sim.
— Como se define um vício?
— Questão de tempo/vezes. Última abstinência. Se é uma das primeiras coisas que você faz ao acordar.
— Eu sou uma viciada.

É cômodo demais pra mim ser indiferente, ralar o joelho e usar shorts como se nada tivesse acontecido. Ai, cinismo. É sincero e real. O negócio é que eu quero sentir mais, sei lá, sofrer. Eu não nasci pra me foder a porra do tempo todo? Então. Desce e se fode aí. Dedico a Núbia, que faz parte do grupo dos que nasceram para tomar no cu. Só que eu tomo no cu sozinha, porque eu sou louca. Com ela acho que é conspiração do Além.

Meu pescoço dói. Eu quebrei a cama.

— E pra quê você quer um cigarro?(a resposta não é óbvia, uma vez eu peguei um cigarro e escrevi “eu te amo” e dei para a menina fumante compulsiva que eu, de fato, amava, amo, coisa e tal, ela ficou feliz e eu disse que dava um tiro nela se ela fumasse os meus sentimentos)
— Não sei. Vontade de fumar.
— Hm.
— Fumar, chorar. Aí eu fico bêbada. Chorar, fumar de novo e aí tomar um café. Ou um chá.
— Uhum.
— Eu vou agora. Preciso me trocar. E, fica bem.
— Uhum. Fica..., ...., (...), ..., (...), (...) bem também.

Porra, eu realmente quero que você fique bem. Às vezes falar com você é mais um soco no estômago que qualquer outra coisa. Anyway, vou tomar café.

quinta-feira, 16 de julho de 2009

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— Sinto que explodirei de tanto comer.
— Eu te cato se você explodir. Aí, ponho num potinho (como eu faço com as pessoas importantes, mas isso ela não sabe) e e guardo pra sempre, tá?

sábado, 11 de julho de 2009

As fotas

Mãozinhas e eu. Ângulo ótimo.

Na realidade eu nem sei o por quê eu coloquei no plural. É só essa meishxmo. As outras eu deletei. Aprecie toda a sensualidade da mulher brasileira.

— Você tem uma iguana tatuada, né?
— Sim, eu tenho, eu gosto de iguanas.
— Eu tive uma iguana uma vez. Ela viveu por dez anos e tinha dois metros.
— Eu ia ter uma iguana, mas o cara furou.
— Você sabe que ela fica grande, né?
— Sim, com dois metros.
— E a média de vida?
— Dez anos.

(verídico — eu presenciei)

terça-feira, 7 de julho de 2009

Estou indo ao CCBB agora. Vão me encontrar lá. Eu tenho um relógio rosa, cara de idiota e lindas pernas. Beijos.
Minha mãe resolveu se aventurar também e caiu da escada e quase se quebrou e eu fiquei preocupada pra caralho. Mas ela foi ao médico e tudo ok. Então tá.
Essa semana minha irmã e eu resolvemos pintar o quarto. E o namorado dela também, vulgo O Barbudo Henrique.

Depois coloco fota.

Não se animem.
Preguiça de atualizar. É que eu penso tudo em forma de texto.