segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Fizemos um pacto. Deveríamos nos encontrar numa próxima vida, não nessa.

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Na infância, tão longe que eu não consigo lembrar ao certo quantos anos eu possuía (eram bem poucos e o meu vocabulário era um tanto limitado... não que não seja hoje), uma amiga e eu estávamos discutindo sobre como distribuir as coisas de maneira justa quando, por acaso, pediam algo do lanche na hora do recreio. Se fosse "um pouquinho", era um pouquinho, se fosse "um pouco", era médio... aí eu perguntei "e muito, não se dá?", ela virou e disse "Raquel, ninguém vai te pedir um muitão, né". E é verdade! Na hora eu ri, mas hoje, mesmo ainda querendo rir com o som da palavra "muitão", a gente chega a conclusão que é sabedoria pura, sabe? As pessoas podem até esperar, mas nunca vão pedir muito de você.E justamente é o inverso que eu necessito: preciso que me peçam muito, que me necessitem muito.
Semana passada eu estava stalkeando alguns dos meus l-e-i-t-o-r-e-s (hahahahahahaha), alguns que me seguem no blog, outros que eu ouvi falar ("minha/meu amiga/o blabla") e quanta gente bonita, elegante e de bom gosto. Gamei.
Sou oficialmente uma vagal que não estuda nem trabalha, apenas vive de pensão (o chato é que se eu casar para pegar um sobrenome legal, perderei meu status quo). Hoje eu almocei no Centro e fiquei pensando, sabe, as coisas, as pessoas... era tão mil vezes mais fácil se apaixonar, se encantar e não esquecer. E ainda caiu uma chuvinha fina pra fechar.

Obs.: Post 600. Devo comemorar?

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Vem cá, qual é o seu signo?
"(...) apertam mais o abraço, sim, eram os mesmos, os amigos, as mesmas histórias, o mesmo segredo habitando um pedaço de suas vidas, vincando um trecho de suas memórias, e no entanto eram outros".