terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Esse negócio de tráfego do Blogger é mindfuckíssimo, eu páro e leio "400 e tantas visualizações no mês passado", claro que eu tenho ciência que a grande maioria parou aqui por acidente, tentando conquistar a pessoa amada, pensando "será que alguém é tão revoltado/a quanto eu com carros que molham as pessoas em dias de chuva?" ou procuravam a música do The Cure (e eu não lembro como é o raio da música, só a letra), mas porra, tem gente visualizando coisa de 2007, de hoje e nem parece, mas já são praticamente 6 anos e nego não me dá a alegria de fazer um comentário pra me fazer feliz? Não que eu faça questão, mas um agradinho é bão de vezenquando.

Obs.: Tô com um medo absurdo de morrer atingida por um raio, a matéria do Fantástico me deixou impressionada e eu sou muito impressionável.
"Natural é as pessoas se encontrarem e se perderem." Engraçado o jeito que a vida move as peças do xadrez que é a vida, nas situações mais inusitadas, nos lugares mais inesperados e lá estávamos nós. Eu procurando moedas no bolso, olhei pra você e pensei "não, não pode ser", apertei os olhos porque meus óculos estão em avançado estado de decomposição (com as lentes riscadas, coisa e tal) e eu ainda tenho miopia, mas sim: lá estava você, o silêncio constrangedor deixava de ser um conceito abstrato, talvez eu não soubesse o que dizer, mas nos segundos que eu tomava coragem e enchia meus pulmões gritar o seu nome, o metrô chegou e você desceu as escadas desesperadamente. E eu acho engraçado, juro que acho engraçado: íamos para caminhos opostos. De novo. Mas será que linhas pararelas de fato se encontram no infinito?